dsh-guard-messenger

August 28, 2026 · View on GitHub

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dsh-guard-messenger

Usa o teu próprio DeepSeek Harness pelo celular — a Web UI inteira, para codificar de verdade — sem nunca alargar o bind para fora do loopback: o túnel termina em 127.0.0.1 (acesso local abre direto), e pelo túnel só entra quem tem a chave no link ?key= (que o bot envia) — ligas e desligas o acesso pelo Telegram ou pelo Discord.

Demo

Instalação (uma linha)

dsh plugin --profile web add dsh-guard-messenger

Instalação por git / tarball: se instalares a partir do git (pnpm add <git-url>), o lifecycle prepare (pnpm run build:all) gera automaticamente lib/client.js e dist/ — o bundle que o harness monta (exports["./client"]lib/client.js). Sem esses artefactos a ativação do client lançaria MissingClientBundleError. Ver docs/PANEL-TELEGRAM.md.

Modelo de ameaça, em 5 linhas — antes de qualquer feature

Este plugin expõe, por escolha, um agente que executa código na tua máquina. Antes de continuares, lê isto:

  1. O TLS termina na borda da Cloudflare. O texto claro (prompts, código, respostas) passa por um terceiro — é o que permite WAF/Access/cache. Não é ponta-a-ponta.
  2. A URL do túnel é pública e não é segredo. Quem protege é a chave ?key= no link, não a obscuridade do endereço.
  3. Cloudflare Access não pode ficar na frente de um quick tunnel. Sobre *.trycloudflare.com toda a autenticação tem de estar dentro da aplicação.
  4. O quick tunnel não tem SLA — é "intended for testing and development only".
  5. Isto não é "seguro por padrão sem pensar". Reduzimos a superfície, autenticámos a borda por chave/sessão e demos-te o botão de desligar; não eliminámos a categoria do risco.

Detalhe e o que cada mitigação faz: docs/THREAT-MODEL.md.

Modelo de segurança (o que o código garante de facto)

Leitura honesta das garantias — cada linha aponta para o código que a cumpre; nada aqui é "seguro por padrão sem pensar", é redução de superfície e autenticação.

PropriedadeComo
O bind nunca é alargadoassertSecureBind recusa 0.0.0.0/:: no carregamento, com falha ruidosa (src/config/bind.ts)
Acesso local abre diretoem 127.0.0.1 o DSH responde sem barreira; a proteção aplica-se à superfície do túnel, não ao loopback (src/tunnel/proxy.ts)
Pelo túnel só entra com sessão ou chave no linko proxy autentica tudo: sessão (cookie) ou ?key= no link; fora disso → 401 sem desafio (src/http/gate.ts, src/session/link-token.ts)
Origem e Host vêm primeirotrustedRemotes (403 sem credencial) e Host byte-a-byte contra DNS rebinding (src/http/gate.ts:15, src/http/host-header.ts)
Chave no link reutilizável, revogável por rotaçãoCSPRNG 256 bits; guardada só como digest SHA-256; reutilizável até /rotacionar (gera chave nova, invalida sessões e encerra as conexões ativas — WebSockets e streams em voo caem na hora) ou derrubar o túnel (src/session/link-token.ts, src/tunnel/proxy.ts)
O 401 é sem desafiotexto puro, sem desafio de login (o popup do navegador foi removido) — nunca se pede senha em prompt/formulário (src/http/responses.ts, denyUnauthorized)
Força bruta tem tetoa 5ª falha começa a atrasar; 100 falhas acumuladas derrubam a exposição (modo restrito), só o loopback passa e o reiniciar não o contorna (src/ratelimit/**)
Verificação da chave em tempo constantedigest comparado com timingSafeEqual; o token redige-se em JSON/inspect (src/session/link-token.ts, test/security/timing-constante.test.ts)
danger-full-access vetadoelevação proibida recusada como defesa em profundidade (src/permissions/deny.ts)
Só o dono pareado comanda o botallowlist de dois eixos (userKey/chatKey), default deny (worker/surface/auth.ts)
O que NÃO se garanteo TLS termina na borda da Cloudflare (texto claro passa por lá); a URL do túnel não é segredo; quem tiver o link acede até rotacionar; a ?key= viaja em query (visível a intermediários) — trade assumido pelo dono; prompt injection continua aceite — decisões de desenho em docs/THREAT-MODEL.md §4 e §5.1

A tensão central, dita por nós antes que digam por nós

O projeto foi construído para travar o DSH em loopback. Este plugin também o expõe pela internet. Parece contradição — e a formulação honesta é esta:

O bind continua em 127.0.0.1 e o DSH aí abre direto (sem login). O que muda é que passa a existir um processo filho supervisionado (cloudflared) que leva o tráfego da borda da Cloudflare até um proxy dedicado que autentica na borda (sessão ou ?key=). Não é o mesmo que --host 0.0.0.0: o socket local nunca é alargado, a exposição é opt-in, efémera e revogável em um comando — e quem proteger /api, o fallback da SPA e o handshake de WebSocket é esse proxy, não o loopback.

O que não muda: a superfície de ataque lógica cresce. Antes, um atacante precisava de acesso à máquina; agora, pelo túnel, precisa da chave no link (ou de uma sessão roubada). Trocámos "inalcançável" por "alcançável e autenticado na borda" — sem login, sem senha a digitar. Essa troca é reversível a qualquer momento pelo botão de desligar (e a chave, pelo /rotacionar).

Quem não aceitar esta troca deve usar Tailscale ou SSH — e dizemo-lo com mais calma em docs/TUNNEL.md e na secção "Quando NÃO usar" abaixo.

O que faz (e porquê)

  1. Protege o túnel, não o loopback. O DSH abre direto em 127.0.0.1 (sem login); quem expõe é um proxy dedicado que autentica tudo o que chega da internet — /api, o fallback da SPA e o handshake de WebSocket. Recusa endereços de bind fora do loopback no carregamento e recusa permissões proibidas (danger-full-access). Resolve a superfície da discussão upstream #853.
  2. Nunca pede senha a ninguém. O acesso pelo túnel entra por sessão ou pela chave no link ?key= (CSPRNG, 256 bits, digest em disco). A chave é reutilizável até /rotacionar (que gera chave nova, invalida sessões e encerra ativamente as conexões já abertas — quem tiver o link antigo cai na hora, incluindo WebSockets) ou derrubar o túnel. O 401 é sem desafio de login — não há prompt nem formulário de login.
  3. Suba um túnel efémero para acederes pelo celular, com TTL que o derruba sozinho e um probe fail-closed que impede um túnel "nu" (sem proxy autenticado atrás).
  4. Ligar/desligar pelo Telegram, Discord ou painel — o botão de matar na mão.
  5. Dispara agentes do harness pelo bot — com uma skill da allowlist e um prompt, o dono manda um subagente do DeepSeek Harness trabalhar na própria máquina (/agente), acompanha os runs (/agentes) e cancela (/parar-agente). O dispatch executa código no host: exige confirmação em duas etapas, e o agente corre com as permissões do harness — nunca com o token do bot. Manual completo: docs/AGENTS.md.

Na UI do DSH há o botão do bot (/__guard-ui), com estado OFFLINE/ONLINE fiel ao runtime:

  • OFFLINE → o clique mostra as instruções de conexão do provedor ativo (Telegram: criar o bot no @BotFather; Discord: criar a aplicação no Developer Portal — ver docs/ONBOARDING-DISCORD.md), dsh-guard-setup --pedir-token, --parear, enviar /parear <código>; quem segue esse passo a passo de facto coloca o bot online;
  • ONLINE → mostra dicas de uso.

Depois de pareado (docs/ONBOARDING-TELEGRAM.md para o Telegram, docs/ONBOARDING-DISCORD.md para o Discord — os comandos são os MESMOS nos dois provedores), os comandos de controlo do bot:

ComandoO que faz
/ligarSobe o túnel e, quando fica READY, envia automaticamente o link com a chave ?key=
/desligarDerruba o túnel (e revoga a chave)
/acessar(Re)envia o link com a chave
/rotacionarGera chave nova, invalida as sessões e encerra as conexões ativas (WebSocket/streams) — revoga o acesso antigo na hora
/status · /emergenciaestado, kill switch
/agente · /agentes · /parar-agentedispara, lista e cancela agentes do harness — ver abaixo

O link enviado no /ligar é https://<url-pública>/?key=<token>: a chave no link autentica o túnel, é reutilizável até rotacionar (ou derrubar o túnel) e, ao ser válida, é trocada por uma sessão e o navegador é redirecionado para a URL limpa (sem ?key=). Nunca se pede uma senha a digitar — o acesso é por sessão ou por chave no link, e o acesso local abre direto.

Porque a chave pode aparecer no chat (e é esperado): o ?key= é o mecanismo de autenticação e o bot é o canal de entrega. É a chave do link, não uma "senha permanente" — não há senha a digitar para acesso.

Cada promessa destas aponta para a linha de código que a cumpre: ver docs/ARCHITECTURE.md.

Agentes: disparar skills do harness pelo bot

O dispatcher de agentes (docs/AGENTS.md — manual completo) liga o bot ao ctx.subagents do harness: o dono escolhe uma skill da allowlist e escreve um prompt, o host spawna um subagente in-process (sessão fresca, zero contexto do pai) que trabalha na própria máquina, e o resultado chega ao chat.

ComandoO que faz
/agente <skill> <o que o agente deve fazer>Abre a confirmação em 2 etapas e dispara o agente (o prompt mostrado é o que vai)
/agentesLista os runs: • <id> — <skill> — <estado> <há quanto> (+ resumo do modelo)
/parar-agente <id>Cancela um run (os ids aparecem em /agentes)

Porquê tanta cerimónia: o dispatch executa código na tua máquina. É a ação que mais AUMENTA a exposição do bot — por isso exige confirmação em duas etapas (nonce do host, como /ligar). E o agente disparado corre com as permissões do harness e nunca recebe o token do bot nem credencial nenhuma deste plugin (S3): o request carrega só a skill renderizada no bloco <skill_content> canónico

  • o texto do teu prompt. Os runs são efémeros por desenho: vivem só em memória — um reinício do DSH cancela tudo (dispose em LIFO) e a lista recomeça vazia. Sem allowlist declarada (config.agents.skills), nenhum agente é disparável — fail-closed por construção.

Provedores de mensageria

O worker do bot é neutro ao provedor: o núcleo (roteador, allowlist, pareamento, outbox) vive em worker/surface/** e cada canal vive isolado no seu adaptador: worker/providers/telegram/** (única carga de grammY) e worker/providers/discord/** (gateway WebSocket próprio, sem SDK). O boot lê o provedor ativo por DSH_GUARD_PROVIDER (config.worker.provider, default telegram); o token é TELEGRAM_BOT_TOKEN no Telegram e DISCORD_BOT_TOKEN no Discord — o secrets.env guarda as duas linhas e dsh-guard-setup sabe qual é a do provedor ativo.

Adicionar um provedor novo (WhatsApp, Matrix…) é implementar o contrato neutro ProviderAdapter e registá-lo no registry. O manual completo — arquitetura, contrato tipo-a-tipo, a tabela de provedores com os limites de cada um e o checklist passo-a-passo para um provedor novo — está em docs/PROVIDERS.md, e as habilidades de apoio (skills) em .agents/skills/dsh-provider-bot e .agents/skills/dsh-telegram-provider.

Como flui um pedido (arquitetura em 8 linhas)

Telemóvel (navegador)
   │  abre o link que o bot enviou: https://<url>/<tunel>/?key=<token>   (a chave viaja em query)

❨ Cloudflare edge ❩   TLS → HTTP/2 → WebSocket ; o TLS termina AQUI (texto claro passa pela borda)

cloudflared — quick tunnel (conexão de saída apenas, sem conta, sem SLA)
   ▼  http://127.0.0.1:3080   (o túnel termina no loopback; o socket local NÃO é alargado)
plugin (proxy dedicado — só o túnel passa por aqui)
   │  autentica na borda: sessão (cookie) ou `?key=` válida → troca por sessão (302 p/ URL limpa)
   │  403 origem/ Host fora da allowlist · 401 SEM desafio (sem login) · 200 com sessão

DeepSeek Harness Web UI — bind travado em 127.0.0.1 (nunca 0.0.0.0)

O que o diagrama esconde e é decisivo: o acesso local abre direto (sem barreira) — a autenticação vive só no proxy do túnel. A chave no link é gerada pela máquina (CSPRNG, 256 bits), guardada em disco só como digest, reutilizável até rotacionar, e a ?key= viaja em query (visível a intermediários) — trade assumido do modelo expose-port. A recusa de bind fora do loopback acontece no carregamento, com falha ruidosa — ver o mapa de módulos em docs/ARCHITECTURE.md.

Quickstart (5 comandos)

# 1. instala o plugin (uma linha; ativa o manifesto de Bundle automaticamente)
dsh plugin --profile web add dsh-guard-messenger

# 2. corre o DSH — o acesso local abre direto (sem login)
dsh web

# 3. (opcional) liga o bot: dsh-guard-setup + /parear (docs/ONBOARDING-TELEGRAM.md
#    para o Telegram, docs/ONBOARDING-DISCORD.md para o Discord); depois, no bot,
#    /ligar envia o link com a chave ?key=

# 4. confirma que o acesso local abre (o DSH responde direto); a borda sem chave
#    dá 401 — ver docs/INSTALL.md Passo 3
curl -s -o /dev/null -w '%{http_code}\n' http://127.0.0.1:3080/

# 5. para desligar/desinstalar
dsh plugin remove dsh-guard-messenger

examples/minimal é um exemplo mínimo instalável com o critério de aceite documentado (local abre direto / borda sem ?key= dá 401 / 200 com o link ou sessão / nenhum processo no fim).

Quando NÃO usar isto

  • Time / multiusuário. É um plugin de dono único: uma allowlist de userKey/chatKey do Telegram ou Discord (ids numéricos, nunca usernames) e a chave do link. Não há RBAC nem auditoria multi-tenant.
  • Produção / uptime. O quick tunnel é, nas palavras da própria Cloudflare, "intended for testing and development only" e "We don't guarantee any SLA or uptime".
  • Quem precisa de compliance. O TLS termina na borda da Cloudflare; o texto claro passa por lá. Não é E2E.
  • Quem quer "seguro por padrão sem pensar". Isto não existe aqui. Estás a expor um agente com shell; o plugin reduz superfície e entrega o kill switch, não elimina a categoria.
  • Máquina corporativa. trycloudflare.com tem reputação de malware documentada e muitas redes/EDRs bloqueiam ou sinalizam cloudflared.

Alternativas (comparação honesta)

Nenhuma alternativa é apresentada como ruim; várias são melhores em vários eixos. O valor está na combinação, não em vencer item a item.

AlternativaO que faz melhorO que custaQuando escolher em vez deste plugin
Tailscale (+ Funnel)Rede privada real (WireGuard), identidade por dispositivoInstalar cliente no celular e contaQuase sempre, se aceitas instalar o cliente
ngrokErgonomia imediata; auth na borda no plano free (o quick tunnel não tem)Limites free; URL mudaQuando queres auth de borda hoje
SSH + tmuxSem superfície HTTP nova, E2E de verdadeNão é a Web UI; código no celular é castigoQuando só precisas de ver log e matar processo
code-server / VS Code tunnelsEditor completo no browserNão é o DSH; roda em paraleloQuando o objetivo é editar ficheiro, não conduzir o agente
dsh-webui-authAutenticação da WebUI no transporteSó autentica; sem túnel, sem bot, sem liga/desligaSe só queres autenticação, usa ele
Named tunnel + Cloudflare AccessAuth antes de chegar à tua máquinaExige domínio com DNS na CloudflareSempre que tiveres domínio (caminho superior)
Nada (loopback puro)Risco zero de exposiçãoNão usas do celularSempre que não precisares mesmo

Em suma: isto não é "mais um túnel" — é o fluxo completo de um dono só (onboarding → chave no link → túnel efémero → link no celular → botão de desligar), com o bind travado em loopback e o acesso local aberto, sem login.

Compatibilidade

Faixa suportada do upstream @deepseek-ai/dsh: 0.1.0-rc.7 .. 0.1.1-rc.1 (política N/N-1). A tabela completa — versão do plugin × faixa de rc × status — está em docs/COMPATIBILITY.md, que é gerado de dsh-compat.yml (nunca editado à mão).

Atenção ao registry: a tag latest dos subpacotes @deepseek-ai/dsh-* aponta para a publicação mais antiga, não para a mais recente. Fixa a versão explicitamente.

Validação end-to-end (o que a suíte prova de verdade)

Matriz de alto nível a partir das suítes reais do repo — test/e2e/**, test/security/**, test/integration/** — referidas por ficheiro. São verificações que o CI corre, não promessas; o detalhe de cada nível e como correr está em docs/TESTING.md.

CheckExpectedOnde está verificado
Acesso local (127.0.0.1) a /, /api/state, upgradeabre direto, 200/101, sem desafio (o DSH não é guardado no loopback)test/integration/http/barreira.test.ts (onda 1)
Pedido pela URL do túnel sem sessão e sem ?key=401 TEXTO PURO, sem desafio (sem popup de login)test/e2e/tunnel-cycle.test.ts, test/security/desafio-401.test.ts
?key=<token> válido pela URL do túnel302 para a URL limpa (+ Set-Cookie de sessão); o token não aparece nos logstest/unit/http/gate.test.ts, test/unit/tunnel/proxy.test.ts
?key= inválido pela URL do túnel401 sem desafio, sem 302test/unit/http/gate.test.ts, test/security/desafio-401.test.ts
Com sessão válida (cookie) pela URL do túnel200, resposta vem do despacho originaltest/e2e/tunnel-cycle.test.ts
Handshake de WebSocket de origem estranha (ex.: https://evil.com)recusado — allowlist exata de Origin (CWE-1385)test/security/websocket-origin.test.ts
Host que não é o publicado / DNS rebinding403 no perímetro, byte-a-bytetest/security/host-header.test.ts, test/e2e/tunnel-cycle.test.ts
Rota contornada (/..//api, %2e, barras duplicadas, /__guard/API/login)uniforme 401/403/404, nunca pass-throughtest/security/path-bypass.test.ts (ADV-001..020)
100.ª falha de força brutamodo restrito acende, persiste após reinício, chave/sessão pelo túnel negadas e o loopback passatest/security/nist-ceiling.test.ts
Segredo/chave a vazar (logs, respostas, frames IPC, payloads do Telegram, env, state)canário por valor falha se vazartest/security/secret-leak-canary.test.ts (ADV-050..059)
A comparação da chave vaza tempo?prova estatística de tempo constantetest/security/timing-constante.test.ts
Ciclo completo do túnel com processos reaisstart → READY → 401 pela URL → 200 com sessão → stop, sem processo órfãotest/e2e/tunnel-cycle.test.ts (T6.1)

Honestidade sobre o que esta matriz não é: o e2e usa um fake-cloudflared e uma borda falsa — nenhum byte sai de 127.0.0.1 no CI, por construção. A re-confirmação através da borda e da rede reais é a suíte test/live/** (DSH_GUARD_LIVE_TESTS=1), opt-in e fora do gate — ver docs/TESTING.md §5.

Desinstalar e reverter

dsh plugin remove dsh-guard-messenger

Deixa zero processos remanescentes e a Web UI volta ao comportamento original. Para apagar também a chave do link, o pareamento e o estado local: remove ~/.dsh/guarded-bot. Detalhe em docs/INSTALL.md.

Docs

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  • Código de conduta: CODE_OF_CONDUCT.md.

Licença MIT — LICENSE. O DeepSeek Harness a montante também é MIT.